25/07/2010
Em fotos sequenciais: o moreno Paul (80 fotos). Em fotos variadas, a galeria Cunete 2 (20 fotos).
18/07/2010
Adicionadas as galerias: Amadores 4, Grupal 3 e Roupas 4.
04/07/2010
Adicionadas 20 fotos na galeria Gozo Solo 2.
30/06/2010
Duas novas galerias: Roupas 3 (20 fotos) e Grupal 2 (20 fotos).
O
poder da visão
Por
Ana Luiza Ferraz - Psicóloga (CRP 06/68640)
29/05/2009
Neste artigo,
pretendo tratar um pouco a respeito do uso
das câmeras - a conhecida webcam - durante
as conversas online, como o Messenger (MSN)
ou outro recurso da rede virtual.
A utilização das webcams
é realizada de várias formas: desde aquelas
pessoas que conversam com outras que estão
longe com o intuito de rever e matar a
saudade; como uma simples amizade; como
curiosidade para ver quem está do outro
lado mesmo numa primeira conversa ou em um
contato que está acontecendo há algum tempo;
para trabalho em conferência por exemplo;
até aquelas pessoas que tem a webcam como
material para fazer sexo virtual, e é sobre
essa forma de uso que vou me remeter aqui.
A webcam é considerada
um artifício totalmente visual (muitas
vezes, elas acompanham microfone e além de
você ver pode falar com a pessoa), e isso
facilita, tornando cada vez mais confortável
para aquelas pessoas que obtem prazer no
olhar uma relação sexual, ver uma pessoa sem
roupa, observar o outro se masturbando ou
algo do tipo. Pessoas com esse gosto são
classificadas como voyer - que praticam o
voyerismo - fetiche sexual.
Porém, o voyer não vem
sozinho. Para ele poder ver, é preciso ter
alguém que se mostre. Para tanto, existe os
exibicionistas, aqueles que obtem prazer em
se mostrar e se exibir para os outros,
também outro fetiche.
Dessa forma, é
estabelecido um jogo entre o voyer e o
exibicionista, no qual um exibe o que o
outro deseja ver. Até aí nada de anormal e
pode se tornar até um jogo emocionante, onde
toda e qualquer fantasia é realizada. Não
existe mal nenhum em utilizar a webcam com
esse fim, a menos que se preocupe com a
frequência e a intensidade com que é
utilizada, porque quando esse jogo toma uma
proporção com muita intensidade e frequência,
os jogadores podem se tornarem viciados e a
partir daí não conseguem realizar suas
tarefas e compromissos cotidianos em virtude
de ficar observando e/ou se exibindo,
contribuindo para a instauração talvez de um
quadro de disfunção sexual.
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